Mitos e Verdades sobre a troca de óleo

Mitos e Verdades sobre a troca de óleo

É fato: para um bom funcionamento do motor, a troca do óleo é fundamental. Sem essa etapa, o carro começa a apresentar falhas, como redução de desempenho e aumento do consumo do combustível – podendo até a fundir o motor, um dos grandes pesadelos de todo motorista.

No entanto, há muitos mitos e verdades permeando o assunto e que podem levar a uma tomada de decisão equivocada. Para que você não caia numa roubada, nós da CP Fabbri reunimos os principais mitos e verdades sobre a troca de óleo. Assim, ficará muito mais fácil realizar a manutenção adequada no seu carro. Confira!

“A troca de óleo só deve ser feita após 10 mil quilômetros”

Mito. É preciso conferir o Manual do Proprietário, pois não são todos os modelos que possuem essa recomendação. Esse mito leva o motorista cometer outro erro, que é ignorar o tempo de troca e as condições de uso do veículo. Geralmente, os fabricantes indicam, junto à quilometragem, o tempo recomendado para trocar o óleo – determinado em meses. Além disso, é preciso levar em consideração as condições de uso do automóvel. Se você dirige na cidade e vive naquele incessante anda-para, vale fazer a troca antes do recomendado.

“O filtro deve ser trocado sempre junto do óleo”

Depende. Os modelos mais antigos podem ter o filtro substituído a cada duas trocas de óleo. Já os mais recentes, a recomendação dos fabricantes é trocar ambos ao mesmo tempo. Mas para que essa troca seja eficiente, é preciso solicitar as marcas com as mesmas especificações do original.

“Todos os óleos homologados já possuem aditivos para o motor”

Verdade. Todos os produtos comercializados que possuem homologação já possuem os aditivos ideais para potencializar o desempenho do carro. Se a opção foi pela utilização deste tipo, não é necessário adicionar mais aditivos.

“A melhor forma de preservar o carro é usar o óleo recomendado pela montadora”

Verdade. O óleo indicado pela montadora tem todas as características para um bom funcionamento do carro – como viscosidade e API/ACEA.

Para identificar qual é a viscosidade, basta verificar a embalagem. Geralmente, a informação aparece da seguinte forma: 40, 50, 5W30, 10W40, 20W50, entre outros. Já o nível API/ACEA indica qual é a formulação dos aditivos utilizados. A identificação do nível de qualidade é indicada na seguinte ordem, SG, SH, SJ, SL e SM.

“O carro que roda pouco não precisa trocar o óleo”

Mito. Mesmo com pouca utilização, o sistema do carro sofre com a oxidação natural – ou seja, o óleo vai envelhecendo. Deixar o produto desse jeito para dirigir compromete a saúde do motor da mesma forma. Aqui, o tempo indicado pela montadora será o critério de troca do óleo.

“A melhor forma de aumentar o desempenho é misturar óleo sintético com o mineral”

Mito! Cada tipo possui uma característica, e misturá-los pode trazer sérios problemas para a lubrificação e proteção do motor. Quem busca por algo, digamos intermediário entre eles, vale optar pelo óleo semi sintético, que é formulado com substância sintéticas e minerais, garantindo segurança e preservando o bom funcionamento do motor.

Precisa trocar o óleo do carro? Aqui na CP Fabbri, você conta com o serviço de troca de óleo – realizado por especialistas e produtos de credibilidade. A manutenção é feita sem deixar de respeitar as características do veículo, garantindo segurança e boa performance. Agende agora um horário e traga o seu carro!

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